ACENDE A VELA PRA SÃO JORGE: É SÁBADO DE CLÁSSICO!

No auge da zica e precisando sair dela, Corinthians recebe o Santos às 17h deste sábado.


 

A derrota para o Cruzeiro, no último sábado (19), ainda dói. A partida que deveria servir para ajudar o Timão e empurrar o adversário ainda mais para a degola, terminou com o gosto amargo de um futebol mal jogado e um time sem liderança.

Dizer que o Corinthians precisa vencer, já parece repetitivo e redundante, mas não há outra saída. A equipe de Fábio Carille recebe o rival da Baixada, às 17h de sábado (26), apostando na máxima de que “clássico não tem dono”, mesmo em um momento onde os objetivos, situações e climas de cada uma das equipes são completamente diferentes.

 

A situação preocupa (Daniel Augusto JR./Agência Corinthians)

 

São 5 jogos sem vencer, sendo 3 empates e duas derrotas. A sorte de não fazer bons jogos e continuar se mantendo em boas posições da tabela parece ter acabado e fica a dúvida: O que vai ser do Corinthians daqui para frente?

É completamente compreensível que um time tenha altos e baixos, principalmente em um campeonato de tiros longos como o Brasileirão. O que não faz sentido, é essa omissão, esse jogo de “tá tudo bem, mas não tá”, enquanto o G4 fica cada vez mais longe.

A semana alvinegra foi de recuperação (não sabemos do que, exatamente), e de preparação para o clássico. Avelar não treinou no início da semana e, a princípio, era uma preocupação, mas segundo o departamento médico do Corinthians, ele foi poupado apenas por cautela.

Os desfalques certos são Bruno Mendez e Fagner, ambos suspensos. 

Sendo assim, o provável time titular deve contar com Cássio, Michel Macedo, Manoel (Marllon), Gil e Danilo Avelar (Carlos Augusto); Ralf e Sornoza (Júnior Urso); Pedrinho, Mateus Vital e Janderson; Gustagol (Vagner Love).

Quase 30 mil ingressos já haviam sido vendidos até a tarde de sexta-feira. Teremos casa cheia no esquenta da Fiel.

 

Como sempre, como nunca, mais do que nunca e para sempre: Teremos que ganhar!

 

 Vai, Corinthians!

 

Por Victória Monteiro, maloqueira e sofredora, graças a Deus!