AI AI AI AI TÁ CHEGANDO A HORA...

O Palmeiras vence mais um confronto e está cada vez mais perto do tão sonhado título!

 

 

Fonte: Site Oficial do Palmeiras

 

 

Sob uma chuva torrencial e muita emoção, a torcida do Palmeiras viu o time vencer um importante desafio na reta final do Brasileirão.

Todos sabiam que o jogo contra o Internacional, pela 34º rodada seria um duelo muito difícil e que a vitória significava muito mais que três pontos. Alguns torcedores consideravam a partida, como “o jogo do título”, atribuindo-lhe um caráter de decisão.

E foi nesse clima, que o Allianz Parque se encheu de apaixonados e ansiosos torcedores, que fizeram o mundo todo se arrepiar, com a força da voz que ecoava incentivo ao time durante os noventa minutos, incansavelmente.

O elenco devolveu tamanha devoção, com aquilo que todos esperavam: a vitória! Que veio com sabor de pontos, liderança e muita esperança para o coração Alviverde. Uma vitória que colocou o sonho um pouco mais perto!

A intuição do técnico Cuca brilhou novamente. Assim como quando escalou Guedes, após um período de queda de rendimento e o garoto prodígio resolveu a partida, o comandante do Verdão fez outra aposta de risco.

Quando a torcida viu o nome de Cleiton Xavier, estampado no telão que anunciava a escalação do time, um pensamento incômodo martelou a cabeça: “Cleiton Xavier? ??? Não!!! Não é possível que Cuca vai colocá-lo num jogo tão importante...”

A indignação da torcida tem fundamento, afinal o atacante e dono da nada mais, nada menos, tão venerada camisa dez, veio como promessa e se tornou pesadelo.

CX10 ainda não conseguiu render o que é esperado dele e ainda amargou um longo período no departamento médico, com lesões significativas e que o impediram de ter regularidade e uma sequência de jogos que convencesse o torcedor. Resultado: passou a ser “persona non grata”, alvo de críticas duras por parte dos torcedores e da imprensa.

Mas não havia dúvida, a escalação estava ali e a voz anunciava em alto e bom tom, que o número dez, seria titular na coordenação do ataque, ao lado de Gabriel Jesus.

O professor estava certo e Xavier inspirado.

Ele não só foi o autor do único gol que deu a vitória ao Verdão, como calou a boca de meio mundo de torcedor, que teve que se render ao belíssimo gol que ele assinou. Gol que mostrou que há talento por trás da instabilidade.

O gol aconteceu aos dezesseis minutos do primeiro tempo e até ali, o que se via em campo, era um jogo truncado, com forte marcação na saída de bola e com as duas equipes tentando encontrar uma forma de chegar ao ataque. Apesar das dificuldades, o Palmeiras estava muito seguro e bem posicionado.

Na marca então dos 16, Dudu cobrou escanteio e o Inter afastou o perigo, mas só parcialmente. Thiago Santos aproveitou a sobra e cabeceou a redonda para dentro na área novamente. O nosso camisa dez, muito oportunista estava lá, Cleiton Xavier não teve dúvida e nem dó, deu um toque preciso, fazendo a rede balançar.

O Palmeiras abriu o placar. Gritos na garganta da torcida e muitas línguas queimadas.

E que seja assim. Queimar a língua, berrando gol.

 

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Fonte: Site Oficial do Palmeiras

 

O cenário fez o nosso adversário sair para o jogo, dando mais liberdade para os contra - ataques, mas faltava ao elenco um pouco mais de capricho na finalização, especialmente no que se refere à Jesus, que não conseguiu mostrar nem um terço daquilo que sabe fazer e não fez diferença nenhuma na composição ofensiva.

Aos trinta minutos, um susto. Alex, sempre habilidoso nas bolas paradas, cobrou uma falta, chutando com endereço certo. A bola passou muito perto de entrar no canto esquerdo do gol de Jailson.

O Palmeiras revidou, já no final, com uma bola muito perigosa também. Dudu cobrou escanteio e o xerife da defesa, Vitor Hugo, subiu alto, como só ele sabe fazer para cabecear, a torcida já se preparava para gritar gol, mas foi sufocada pela boa defesa de Danilo Fernandes.

O segundo tempo começou com Roger Guedes, que havia sofrido uma pancada no quadril, dando lugar à Alecgol.

O jogo não mudou muito a sua característica e os dois times, como na primeira etapa, procuravam furar a forte marcação e avançar do meio de campo para frente.

O Inter, um pouco mais aceso, conseguiu dominar uma bola, aos oito minutos e chegar com muita rapidez à área. Anderson já estava preparado para estourar a rede, quando foi interceptado por Jean, que conseguiu atrapalhar a intenção. O chute saiu, mas acima do gol palmeirense.

Cleiton Xavier, caiu de mal jeito e sentiu o ombro, foi substituído por Fabiano. E foi o próprio, que aos vinte quatro minutos, quebrou a monotonia do jogo, avançando rápida e precisamente, para disparar uma bomba, que por muito pouco não foi o segundo gol do Verdão.

Nos últimos quinze minutos de jogo, o time de Cuca administrou a vantagem.

Os jogadores estavam seguros e conseguiram anular as tentativas do Colorado, mas está escrito no livro sagrado do futebol, que apesar de não sofrer sufoco, é um risco considerável, confiar no placar de um a zero.

E para fazer jus aos deuses do futebol, o Inter chegou mais uma vez com aquele “quase”, num chute de Diego, que se entrasse, restaria ao golerão Jailson, apenas acompanhar com os olhos e lamentar. Felizmente, há outras coisas escritas na nossa bíblia, como a sorte de campeão.

No final, foi a vez do Palmeiras colocar medo na casa do adversário. Uma bela jogada de Tchê Tchê com Jean e dele para o menino Jesus, que tocou, mas o goleiro defendeu e a gorducha bateu na trave. Daquele jeito que ninguém gosta.

Quando o juiz apitou o final, cenas lindas foram protagonizadas pelos jogadores e torcida.

O time, juntamente com o seu comandante, abraçados e ajoelhados no centro do campo, faziam uma oração. E os torcedores, cantavam, choravam e se abraçavam, nas arquibancadas da sua casa.

Além de representarem cenas de muita emoção, o clima de união é a marca registrada dessa temporada e é com certeza, um dos fatores primordiais, para o bom desempenho do time em campo.

Sim! Coesão, capacidade de lidar com dificuldades internas, blindagem contra fatores externos e apoio incondicional do seu torcedor, são ingredientes fundamentais para um time que quer levantar a taça.

 

Tem um grito preso na garganta, uma espera angustiada dentro do peito. 22 Anos... 

No pensamento, a esperança se mescla com a cautela... Ainda não somos campeões! Mas o apaixonado coração Alviverde é mais forte que a razão.

Não tem jeito!

Não tem explicação!

Entre lágrimas e sorrisos, ele bate e canta em um só compasso, em uma só voz:

"É o campeão dos campeões, verdão querido do coração..."

 

Fonte: Extraída da Internet

 

“... O DIA JÁ VEM RAIANDO MEU BEM, EU TENHO QUE IR EMBORA!”

 

Com Amor... Alê Moitas