AS ATUAIS CAMPEÃS E O BRASILEIRÃO SUB-18

 

O Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino sub-18 retorna nesta terça-feira (26), após não haver a 2ª edição da competição em 2020 devido à pandemia de Covid-19, 2021 terá duas edições ao decorrer do ano, e a que confere a temporada passada está prestes a ter seu pontapé inicial.

Foto: Mari Capra/Internacional

 

A competição 2020 acontecerá com 24 equipes, e será dividida em 3 fases, 1ª e 2ª fase de grupos e as finais. No primeiro momento as equipes são divididas em 6 grupos de 4 equipes cada, com turno e returno, todas as equipes do grupo se enfrentaram.

As Gurias Coloradas, atuais campeãs, ficaram no Grupo A, junto com Bahia, Coritiba e Palmeiras, e fazem sua estreia contra as gurias do Palmeiras nesta terça-feira (26), o confronto acontece às 8h, simultaneamente com a partida entre Bahia e Coritiba.

O grupo se reapresentou já em 4 de janeiro para iniciar as atividades com foco no torneio, que diferente da primeira edição é mais curto, as partidas devem ocorrer com 48h de intervalo, o que vai exigir uma melhor preparação e recondicionamento físico, recuperação rápida e estabilidade.

As primeiras duas semanas de treinamentos foram justamente com ênfase na parte muscular e física das gurias, trazer o condicionamento para a competição, além de atividades táticas comandadas por Fábio Sanhudo, técnico da categoria.

Neste domingo (24), as alvirrubras encerraram os treinos em Porto Alegre e se prepararam para se dirigir a Sorocaba-SP, onde ocorre a primeira fase do campeonato.

As gurias relacionadas para a competição e que viajaram nesta segunda-feira (25), são: Maki, Sabrina, Maiara Niehues, Thalita, Mari Barbieri, Duda Flores, Maju, Mileninha, Gabi Barbieri,  Kamila, Alessandra, Susan, Yasmin, Liriel, Biazinha, Vitoria Moreira, Berchon, Mari Zanella, Vic Moura e Maranhão.

Foto: Mari Capra/Internacional

 

As transmissões seguem sendo feitas pela CBF em parceria com a plataforma Mycujoo.

Toda a sorte às nossas Gurias Coloradas que vão em busca do Bicampeonato nacional e para provar ser a melhor base feminina do Brasil, embora não sejam valorizadas como tal.

 

Jéssica Salini

 

*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo