DE NOVO NÃO, MARIAS!

 

Pré jogo, você acorda e recorda as lembranças que o Facebook trás. A exatos um ano, a Ponte enfrentava o Cruzeiro no Moisés Lucarelli, em uma noite fria. A partida que também começava às 19h30, era a reabilitação da equipe mineira. Eles saíam de Campinas com o placar de 0 x 4.

 

Oficial Ponte Preta

 

A Ponte que vinha de um empate no último final de semana contra o Santos, contou com a volta do lateral Nino Paraíba, peça fundamental no elenco.

O jeito era começar pedir para todos os anjos e santos do futebol, que dessa vez o placar fosse diferente. Afinal de contas, Gilson Kleina disse que seria força total.

O primeiro tempo foi apertado. A macaca chegou pouco e o único chute ao gol, foi de Lucca que marcou após o árbitro marcar pênalti.

O que tem sido um diferencial para a equipe alvinegra, é o fator majestoso. A Ponte soma hoje 14 pontos, nos quais 12 foram conquistados em casa. Mas o que podemos ver ontem, foi uma equipe um pouco longe de ser brilhante. Faltava brilhantismo, faltava dinâmica. Faltou criatividade e jogo ofensivo. Pouco foi criado. Mas se o lado da criação ficou devendo, o setor defensivo foi praticamente intacto. Rodrigo mostrou ontem que um dos maiores sofrimentos da torcida, aos poucos vai desaparecendo. O zagueiro com toda sua experiência foi decisivo quando o assunto era evitar que o adversário chegasse com mais perigo ao gol da macaca.

Sheik então mostrou que experiência pode decidir e interferir no resultado. Distribuindo canetas, o camisa 11 só era parado quando sofria falta. Já nos minutos finais ele usou sua vivência no futebol para prender a bola e segurar o jogo.

O cruzeiro que poupou alguns de seus titulares, apenas acompanhava o jogo que a macaca impôs.

A macaca volta a campo no próximo domingo, no estádio Moisés Lucarelli, para enfrentar a equipe do Palmeiras, às 16h.

Mais uma vez o fator casa se tornará decisivo em busca da boa sequência como mandante.

 

Por Li Zancheta

Preto e branco é minha cor