ERAM ONZE MAIS UM

Foto Albari Rosa

Nesta quinta-feira (9), o Furacão das Américas foi até a La Bombonera em Buenos Aires, enfrentar a equipe do Boca Juniors. A partida foi válida pela última rodada da fase de grupos da Libertadores. O Athletico entrou em campo já classificado mas buscava manter o primeiro lugar do grupo g.

A mobilização atleticana para esse jogo começou dias antes da partida. A maior torcida do Sul do Brasil esgotou todos os ingressos destinados a torcida visitante dias antes da partida. A nação rubro-negra é sim uma das torcidas mais apaixonada, ontem (9) os torcedores presentes fizeram história. Atleticanos de todos os cantos lotaram o setor adversário, se mobilizaram juntos, foram para o estádio em mais de 28 ônibus.  

 

O JOGO

Horas antes da bola rolar, o Athletico confirmou que o jogador Bruno Guimarães, uma das maiores revelações desde o ano passado, estaria fora da partida. O jogador apresentou febre alta por conta de uma amigdalite e o departamento médico não liberou o jogador para entrar em campo. Outros dois desfalques neste jogo foram: o zagueiro Thiago Heleno que foi poupado e o volante Camacho que está no DP.

A partida começou a todo vapor, porém enfrentar o Boca na La bombonera é tarefa difícil, sabíamos que sofreríamos pressão, e particularmente, achava que seria “pior”. Nosso adversário começou pressionando o Furacão. O Athletico foi a campo com duas linhas de quatro jogadores, e em alguns momentos, de até cinco. Pelas laterais o Boca chegou várias vezes no nosso sistema defensivo. Mas graças a Deus, não conseguiu consagrar isso em gols na primeira etapa.

As polêmicas do jogo tiveram início ainda na primeira etapa. O juiz Carlos Orbe deixou de marcar um pênalti claro a favor do rubro-negro. Em uma jogada em que Renan Lodi foi cruzar a bola, o jogador Buffarini do Boca cortou a bola com a mão. E o +1 disse que não foi pênalti e mandou a jogada seguir.

Foto Miguel Locatelli

 

No segundo tempo, ambas equipes não realizaram alterações. Já no início da segunda etapa, tivemos uma grande chance com o Nikão. Com isso o jogo começou a esquentar, o Boca até chegava mas não tinha muita organização. O Furacão controlou a partida. Aos 19 minutos, de peixinho, o nosso artilheiro e carrasco do Boca, Marco Ruben, abriu o placar na La Bombonera.

Após o gol, o nosso adversário começou a reagir, o Furacão enfim conheceu a pressão de jogar na La Bombonera. Aos 26 minutos, em jogada I-R-R-E-G-U-L-A-R o Boca empatou o jogo com Lizandro Lopes. Os 33 minutos, o Athletico ficou com um a menos, Wellington foi expulso. Após a expulsão, o nosso técnico de guerra substituiu nosso Carrasco Marco Ruben por Márcio Azevedo, mas nem com a alteração, não conseguimos manter o resultado. Aos 49 minutos sofremos o gol da virada, Teves o astro deles, consagrou a classificação em primeiro lugar do time que teve a ajuda do juiz.

Ao final da partida, o técnico de guerra comentou sobre a péssima arbitragem desta partida:

" É uma pena. Quem deveria estar do meu lado não era o Marco (Ruben). Quem deveria estar aqui era o senhor Carlos Orbe, para ele explicar o que ele fez no jogo. Nossa equipe fez um grande jogo. Taticamente, foi perfeita. Mas nos foi tirado um pênalti, a bola bateu na mão do Buffarini. O primeiro gol do Boca, está impedido. E a expulsão no mínimo duvidosa (do Wellington). Antes, teve uma falta que ele nos sonegou, um soco sem bola na cara do Rony. Vários lances que foram capitais.” Afirmou Tiago Nunes

 

CLASSIFICAÇÃO

Com o resultado, o Furacão das Américas terminou a fase de grupos em segundo lugar no grupo G. Na próxima segunda (13), o Athletico descobrirá quem será seu adversário nas oitavas de final. A possibilidade de enfrentar uma equipe brasileira é grande, tendo em vista que o Furacão estará no pote B e pode enfrentar os times do pote A, são eles: Flamengo, Cruzeiro, Inter, Palmeiras, Olimpia, Cerro Portenõ, Boca Juniors e Libertad.

 

PARABÉNS AO MAIOR ARTILHEIRO DA HISTÓRIA

Ontem tivemos nas arquibancada da La Bombonera a presença do nosso maior artilheiro. Barcímio Sicupira Júnior era um dos dois mil atleticanos presentes no estádio.

Foto Globo Esporte

A torcida rubro-negra presente homenageou o ídolo rubro-negro. Hoje (10) Sicupira completa 75 anos de idade, desejamos ao nosso grandioso ídolo, muitos anos de vida. Que juntos, possamos por muitos anos acompanhar e torcer pelo maior clube do estado.  Muito obrigada pelo apoio e toda dedicação ao Athletico, Sicupira! Você fez e faz história!

 

VAMOS LUTAR POR MAIS ESSA TAÇA, VAMOS RUBRO-NEGRO COM GARRA E COM RAÇA.

Por Aline do Valle