Fumagalli e Guarani: Um caso de amor!

José Fernando Fumagalli, mais conhecido como Fernando Fumagalli, ou simplesmente Fumagalli nascido na cidade de Monte Alto no dia 5 de Outubro de 1977.

 

Fonte: Extraída da internet.

 

O INÍCIO

 

Formado na base da Ferroviária em 1995, foi para o Santos ainda muito jovem, clube que defendeu até 1998. Jogou no Verdy Tokyo, do Japão, antes de jogar pelo América de Rio Preto e voltar ao Santos. A primeira passagem pelo Guarani aconteceu em 2000 e ficou até o ano seguinte. Foi para o Corinthians em 2002, mas não teve muito espaço. Passou pelo Marília e pelo Seoul (da Coreia do Sul) em 2004, Santo André e Fortaleza em 2005, Sport entre 2006 e 2009 (com um intervalo em 2007/08, quando jogou pelo Al-Rayyan, do Catar) e foi para o Vasco em 2009. Voltou ao futebol paulista em 2011 para jogar pelo Americana. Em 2012, retornou ao Guarani e viveu muito do inferno pelo clube. Agora, vive a glória.

 

Fonte: Bugre Online

 

A SAGA PELO GUARANI

 

“Sou muito grato ao Guarani. Estourei aqui para o futebol. E sempre digo que sou um iluminado no Guarani. Completei 250 jogos, me igualei ao Zenon com 81 gols e me tornei o quinto maior artilheiro do clube. Então, tudo isso é motivo de orgulho. Chegar nessa idade jogando em alto nível e em um clube enorme como o Guarani é uma honra muito grande”, disse o jogador. “Sempre fui muito profissional. Desde jovem e me dediquei muito ao futebol, que é o que eu amo. Sempre treinei pra caramba, me alimentei bem, descansei o necessário. E hoje colho os frutos e consigo jogar. Não fico fora de um treino, sou um dos que mais jogou nesta temporada e pretendo jogar mais um ano. Todos querem e espero continuar aqui por mais uma temporada jogando e depois dar sequência dentro do próprio Guarani. A ideia está amadurecendo ainda, mas quero continuar no campo, como auxiliar, e vamos vendo como fica”, completou Fumagalli.

Fonte: Toque de bola

A narrativa do sucesso bugrino parte de tantos insucessos que Fumagalli sentiu na pele. Arrebentou no vice-campeonato paulista de 2012, o último momento de brilho antes das penúrias começarem.

Caiu no Brasileiro ao final daquela temporada e no estadual do ano seguinte. Viu de perto todas as calamidades ao redor da situação extracampo. E, dentro de campo, acostumou-se com a situação triste de derrotas e rebaixamentos. Foram três campanhas consecutivas na Série C sem sequer avançar aos mata-matas e, pior, até flertando com o rebaixamento em 2014, quando os atrasos salariais quase levaram o elenco à greve e culminaram na renúncia do presidente.

Foram três campanhas consecutivas na Série A-2 passando longe do acesso. Nem por isso o capitão abandonou o barco. Nem por isso ele deixou de se dedicar ao clube. Pelo contrário, o relacionamento cresceu nas adversidades. Quanto mais o Guarani patinava na Série A2 do Paulista ou na terceira divisão do Brasileiro, mais Fumagalli se afirmava como ídolo.

Por três anos, o meia acabou uma temporada como artilheiro máximo e também responsável pelo maior número de assistências do elenco. Ficou cada vez maior. De coadjuvante no início do século e referência antes da lesão, virou imprescindível para o ressurgimento do clube.

 

 

FUMAGALLI SÓ NÃO FAZ CHOVER NO BRINCO DE OURO.

 

Fonte: Globo Esporte

Um jogo memorável. O número às costas já indicava a ocasião especial para Fumagalli. O meia usava o 250, em alusão ao número de jogos que completava pelo Guarani. Ser o principal jogador de um jogo épico é algo que quem joga bola sonha, desde criança. Fernando Fumagalli escreveu um capítulo inesquecível na história do Guarani e na sua própria vida. A atuação magnífica do meia, com três gols, uma assistência e um 6 a 0 no placar que virou os 4 a 0 sofridos na ida, serão para sempre motivo de lembranças nostálgicas dos torcedores. O jogador definiu o jogo como “inesquecível” e “o melhor da minha vida”. Façanha para eternizá-lo ainda mais como ídolo bugrino, saindo carregado para uma volta olímpica diante da torcida.

Fonte: Blog W.A

 

– "Não nasci bugrino, mas vou morrer bugrino, com certeza." Fumagalli, Fernando.

 

Meu ídolo, o maestro do Brinco.

 

Por Fernanda Martins