HAJA PACIÊNCIA

 

 

Paciência, uma palavra do dicionário latino e que significa: algo que a torcida santista não tem mais.

 

 


Foto: PaginaBrasil.com

 

Desde quando assumiu o comando do Santos em 2015, o técnico Dorival deixou a torcida alvinegra praiana acostumada com o time, de contra-ataques rápidos, jogadas ensaiadas, invencibilidade dentro de casa, uma equipe com brilho, raça e técnica. Mas, em 2017 a realidade é outra.

 

Já faz três rodadas consecutivas que o alvinegro praiano não encontra com a vitória, foram duas derrotas ( São Paulo e Ferroviária na vila) e um empate fora de casa no estádio Estádio Municipal Doutor Novelli Júnior, em Itu, contra o time da casa, o Ituano.

 

Moralmente foi uma derrota, o Santos não conseguiu criar jogadas, pouco finalizou, e teve que apelar aos deuses do futebol para conseguir sair de Itu com um empate. Um time que antes tinha como protagonistas da partida os atacantes, dessa vez quem brilhou foi o goleiro Vladimir que conseguiu segurar o time da casa.

 

                   A PARTIDA

 


(Foto: Luciano Claudin)

 

O início do jogo deixou bem claro as propostas dos times, a equipe da casa procurava se defender e a equipe santista em atacar. A maior parte do primeiro tempo o Santos rodou com a bola, mas não levou perigo ao goleiro Fábio.

 

No segundo tempo, a história mudou, o Ituano veio para cima e encontrou espaços na defesa santista, Vladimir foi o destaque, salvou uma bola aos 19 minutos, quando Lucas Veríssimo furou e a bola sobrou para Lucas Crispim (revelado pelo Santos) finalizar. O goleiro Vladimir fez uma boa defesa e segurou o empate.

 

Resultado bom para o Ituano, e ruim para o Santos, que tem que torcer por um tropeço da Ponte Preta, para continuar na zona de classificação.

 

A torcida alvinegra praiana vem cobrando nada além do mínimo, raça e honra a camisa do Santos Futebol Clube, coisa que os jogadores não vem mostrando dentro de campo. Perder, ganhar, empatar, são coisas que faz parte do jogo, mas o que não faz parte é ter um time tão apático como esse.

 

Tem que ter raça para vestir a camisa do peixão!

 

Por: Carla Sobrinho