Honrem a nossa faixa de capitão!

 

 

Entre muitas definições nos dicionários da língua portuguesa, uma especificamente se destaca quando pensamos em capitão de equipe de futebol, seria ela: Comandante de uma companhia, de um esquadrão, de uma bateria.

 

Fonte: www.falandodeflamengo.com.br

 

Esmiuçando, resumindo e cortando algumas palavras, seria COMANDANTE DE UM ESQUADRÃO! Pois é isso que um time é, um esquadrão, uma companhia, e infelizmente, não é isso que temos visto no elenco do Flamengo de 2016. Com a saída de Léo Moura para o Fort Lauderdale Strikers, dos EUA,  Wallace que já havia estado nesta posição assumiu de vez  a braçadeira do time Rubro Negro. Em entrevista antes de seu primeiro jogo como capitão oficial da equipe, o zagueiro disse:

 

- Não me coloco como capitão do Flamengo. Sei da minha liderança aqui, e isso não precisa de braçadeira para ser demonstrado. A braçadeira é muito mais para simbolizar. Já foi o tempo, em 1912, em que o capitão escalava o time.

 

Fonte: espn.uol.com.br

 

Entre trancos e barrancos, Wallace seguiu como suposto “Comandante do esquadrão”. Com atuações cada vez mais bizarras, era impossível para o torcedor depositar confiança naquele que era para ser o segundo ponto de referência da equipe além do técnico, que em 2015 havia protagonizado uma cena vergonhosa jogando a tão estimada braçadeira de capitão no chão e isso diante de seu maior rival, que sendo jogada de marketing ou não, puxou o time para o meio do campo sem demonstrar qualquer tipo de comoção ao deixar crianças amazonenses para trás, que já tem até um site cujo o nome é Fora Wallace e que não honra um time que tem em sua história capitães como Zico, Léo Moura, Fábio Luciano e muitos outros que deram o sangue pelo time e pela equipe.

Na última partida oficial do Flamengo, contra o Fortaleza, pela Copa do Brasil, Juan foi escalado como capitão, apesar de ainda permanecer como titular, o zagueiro Wallace não aguentou a pressão das críticas e recusou a braçadeira.

A uma semana do inicio do Brasileirão, estamos neste impasse, ou honra ou nem tenta, e que venha mais um ano de  “Tudo pelo Flamengo, nada do Flamengo”

 

Nós queremos respeito e comprometimento!

 

por Barbara Lima