MENOS TRÊS PONTOS AÍ NA CONTA!

 

Foto: Léo Fontes

Saudações Atleticanas!

 

Neste domingo (24), o Galo enfrentou o Athletico PR pela trigésima quarta rodada do Campeonato Brasileiro, no Estádio Mineirão. Chegando ao final da competição, as equipes tendem a doar mais de si para buscar seus objetivos no campeonato. Apesar de o Furacão ter vencido a Copa do Brasil, não anda facilitando para os adversários e vencendo suas partidas.

Primeiro tempo foi bem disputado, as equipes tentaram o ataque, erros de passes e escolhas erradas atrapalharam para que fossem mais eficientes. Houve um gol impedido do atacante Di Santo (que realmente estava à frente). Resultando em 0 a 0, não houve grito de gol nessa primeira etapa.

Segundo tempo começou animadíssimo, ataques perigosos, fazendo com que a defesa e seus goleiros trabalhassem bastante, Patric também fez um gol, porém o VAR decidiu em anular, analisando depois pela TV, o corpo do lateral estava declinado e por isso acarretou no impedimento.

O Galo continuou tentando, Marquinhos fez grandes jogadas, mas a derradeira do Galo começou quando Vagner Mancini substituiu Cazares por Bruninho, por incrível que pareça, hoje o Cazares estava indo muito bem, errou o treinador, as outras opções de substituições também foram pífias, saiu Otero e entrou Geuvânio e saiu Luan para entrada de Vinicius, que em nada acrescentaram no jogo.

Quem não faz leva, é uma das frases mais utilizadas no futebol, mas é bem assim mesmo, não merecíamos a derrota, porém, não fizemos o gol, levamos o gol, aos  87 minutos, em cobrança de escanteio, Leonardo Silva rebateu a bola pro meio de campo, Vitinho de longa distância pegou o rebote e chutou com força fazendo um belo gol, para a tristeza alvinegra.

E ficou por isso mesmo, mais uma derrota no campeonato e não conseguimos ainda a pontuação suficiente para permanecer na série A, restando apenas quatro rodadas, precisamos de 4 pontos, a próxima partida do Galo é contra o Bahia fora de casa. Será que dá para pelo menos somar pontos Galo? 

 

#BicaBicudo

Por: Angélica Sheila Moreira