Na raça... A alma foi deixada em campo

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Eliandro em tentativa de jogada pelo Guarani (Foto: Bruno Castilho / EC Taubaté)

O Guarani enfrentou o Taubaté na noite passada (30) buscando embalar na competição. Além disso, o elenco ainda não havia vencido dois jogos seguidos. Mais um motivo para vencer. E foi isso que aconteceu, depois de derrotar o Água Santa em Diadema, o Bugre foi até o Vale do Paraíba e venceu o Taubaté. Estamos vivos na briga por uma vaga no G4.

O que foi visto no Estádio Joaquinzão foram guerreiros que vestiram o manto bugrino e deram o sangue dentro de campo. Você já deve ter ouvido a expressão “dar o sangue em campo”, mas no sentido de lutar por um resultado. Mas e quando os jogadores dão o sangue de verdade? Lenon e Bruno Nazário tiveram que usar curativos para seguirem na partida depois de combates com jogadores do Taubaté. E o que falar de Leandro Santos? Nosso goleiro jogou com sinusite e fechou tudo lá atrás. E por falar em lá atrás, coube à Auremir, Evandro, Genílson e Diego Jussani se multiplicarem para garantir os 3 pontos.

Treinador ganha jogo também. Antes de querer o Vadão no comando do Guarani, precisávamos da energia do Vadão, realmente. Ele que ainda não teve tempo suficiente para treinar a equipe, está na base da conversa e de sua experiência, ainda bate na tecla de que o time precisa aperfeiçoar algumas coisas. O Bugre ainda perde chances claras de sair dos jogos com placares mais tranquilos. Apesar de que tudo é difícil para nós, se não for no sofrimento, não é o Guarani. Para torcer para o Bugrão tem que ser bom de coração!

“Levamos mais uma vitória. Entramos na briga, indiscutivelmente. Só vai depender da gente agora. Você fazer duas vitórias fora contra equipes que estavam na nossa frente... A gente deu um passo importante. O difícil era se aproximar. Estava em décimo e de repente ficou a dois pontos da classificação e a quatro da liderança. Estamos em uma situação muito boa”, disse o treinador.

 

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O Bugre nunca jogará sozinho (Foto: Raul Rodrigues)

 

Ficha Técnica

Taubaté x Guarani

 

Local: Estádio Joaquim Moraes Filho, em Taubaté

Arbitragem: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza, Patrick André Bardauil, Enderson Emanoel da Silva e Thiago Lourenço Mattos.

Gols: Bruno Nazário, aos 30′ do 1ºT

Cartões Amarelos: Alex Silva, Gilton, Genilson, Samúdio

Cartão Vermelho: Alex Silva, Gilton

 

Taubaté: Célio, Alex Silva, Eder, Júnior Campos (Luis Felipe) e Israel; Nildo (Rafael Rosa), Alan Mota (Richely), Tiago Tremonti e Cassinho; Caíque e Everton. Técnico: Evaristo Piza.

Guarani: Leandro Santos; Lenon, Genilson, Alef e Gilton; Auremir e Evandro; Bruno Nazário (Braian Samudio), Fumagalli (Denis Neves) e Uederson (Lorran); Eliandro. Técnico: Oswaldo Alvarez.

 

Torcedor, aqui faço um apelo. Agora é com a gente.

Domingo (02), aniversário do nosso campeão e compromisso em nossa casa. Devemos entupir o Brinco de Ouro. Vamos empurrar a bola para o gol se for preciso. O time sabe da nossa importância. Vadão pediu que a torcida fosse e apoiasse os 90 minutos. Temos o dever de atender o pedido. O Guarani está chegando. E quando a gente chega, meu amigo, com o apoio e a força da torcida, deixa todo mundo para trás.

 

Nos vemos no Brinco!

 

É inexplicável tudo que sentimos, estaremos contigo em todos os momentos, porque o verde e o branco nós levamos dentro do coração.

Por Fernanda Martins.