O ETERNO CAMISA 9 DO FURACÃO!

Oséas Reis dos Santos nasceu dia 14 de maio de 1971 em Salvador. Um típico atacante de área, eterno centroavante do Clube Atlético Paranaense.

 

Onde tudo começou

Nosso craque começou a jogar futebol nas praias de Salvador. Até que chamou atenção de um olheiro, e foi para o Galícia-BA, porém ficou pouquíssimo tempo. Em seguida o atacante teve uma breve passagem pelo Maruinense de Sergipe, no qual fez grandes atuações pelo campeonato estadual.

 

 

(Foto: Furacão.com)

 

Um dos destaques nessa época, foi “extra-campo’’, foi nesse período que Oséas gostou do ‘corte de cabelo’ de um zagueiro do clube e adotou o visual, e deixou os famosos cachinhos, que lembramos até hoje.

 

Sua trajetória

Após sua breve passagem pelo Maruinense, Oséas aos 22 anos foi para a Europa para defender o time Pontevedra, no qual ganhou seu primeiro título, foi campeão da terceira divisão do espanhol.

Em seguida, o atacante fez novamente uma breve passagem, dessa vez jogou pelo Uberlândia. Clube no qual fez com que os olheiros do Clube Atlético Paranaense se interessassem por ele.

 

 

Sua chegada ao rubro-negro

 

(Foto: globo.esporte)

 

Em 1995, o centroavante chegou ao Furacão das Américas, para fazer dupla de ataque com o também eterno Paulo Rink. No rubro-negro o craque se destacou. Era rápido, habilidoso, veloz e tinha cabeçadas certeiras.

 

(Foto: globo esporte)

 

Durante o campeonato brasileiro da série B do mesmo ano, Oséas se destacou, foi o artilheiro com 14 gols. Ao lado de Paulo Rink, outro atacante rápido alto e veloz, os dois começavam a sua trajetória como ídolos no Clube Atlético Paranaense. Foram inúmeros jogos que Oséas mostrou sua raça em vestir as cores rubro-negras. Com belas atuações ao lado de seu ‘fiel companheiro’, conquistou o primeiro Brasileiro da série B para o Furacão.

 

Na época, devido a todo destaque do centroavante, o clube lançou modelos de bonés com os famosos “cachinhos’’ do ídolo e começou a chama-lo de “Gullit da Baixada’’.

No ano seguinte, Oséas fez uma ótimo campeonato Brasileiro. Devido ao seu destaque na competição, foi convocado três vezes para amistosos da seleção brasileira.

 

 

(Foto: palmeiras.com.br)

 

Não demorou muito para os clubes do ‘eixo-RIO/SP’ demonstrarem interesse por Oséas. De início Mario Celso Petralia, presidente do clube, não aceitou negociações. Porém em 1997, o Palmeiras da Parmalat fez uma proposta irrecusável. Por cerca de US$ 7 milhões, contratou o centroavante.

No Porco, o craque foi decisivo e conseguiu os maiores títulos da sua carreira. Foi campeão da Copa do Brasil e da Copa Mercosul em 1998, no mesmo ano ocorreu um fato negativo em sua passagem pelo alviverde. Em um clássico contra o Corinthians, pelo campeonato Paulista, marcou um golaço, mas dessa vez contra. Comenta-se até hoje, que mesmo após esse episódio, o craque recebeu flores na Academia de Futebol do Palmeiras. O craque foi campeão da Libertadores da América em 1999.

 

 

(Foto: globo esporte)

 

Em 2000, o dono das trancinhas mais famosas do Brasil, foi contratado pelo Cruzeiro. Nesse ano o jogador conseguiu o título de mais uma Copa do Brasil.

Em 2002, o centroavante teve uma breve passagem pelo Santos, mas não obteve o mesmo sucesso como nas equipes anteriores.

 

Após sua saída do Santos, Oséas foi para o Vissel Kobe, pelo clube o jogador fez ótimas partidas com isso despertou novo interesse de um time brasileiro.

 

Em 2004, O Internacional resolveu apostar em Oséas para dupla com Nilmar, mas o craque acabou não tendo uma boa atuação pelo clube.

No ano de 2005, Oséas resolveu encerrar sua carreira, jogando pelo Brasiliense.

 

 

O que jamais apagará

Por todos os clubes no qual nosso ídolo passou ele deixou sua marca registrada. O atacante veloz e com muita habilidade sempre causou “inveja” nos adversários.

 

 

Por onde anda Oséas

Após encerrar sua carreira no futebol, o dono das trancinhas mais famosas, aderiu ao ramo do setor imobiliário. Hoje em dia continua morando em Salvador com sua família. E diz que sempre que possível participa dos “babás’’ com seus amigos.

 

 

Agradecimento

 

(Foto: globo esporte)

 

Fica minha eterna gratidão e admiração pelo nosso eterno camisa 9. Alegria imensa falar sobre sua trajetória no futebol e relembrar de momentos históricos no nosso time do coração.

 

Por Aline do Valle