Pra esfriar a relação com o G4

Em partida válida pela décima terceira rodada do Campeonato Brasileiro 2016, o Flamengo perdeu de 4x0 para o Corinthians, no Itaquerão.

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A derrota de goleada deixou um gostinho ainda mais amargo, pois tirou do Fla a chance de entrar no G4 e o fez cair da quinta para oitava posição da tabela mais disputada do Brasil.

Com a mesma escalação do jogo contra o Internacional, o Flamengo jogou durante todo o primeiro tempo de igual pra igual contra o Corinthians, fazendo jus a fama de visitante que dá trabalho ao time da casa. Entre escanteios, jogadas de linha de fundo e contra-ataques, os primeiros 45 minutos do jogo foram de certa forma equilibrados entre os dois times, exaltando a marcação ofesiva do Mengão, que acabava dificultando a troca de passes do time alvinegro. O chute cruzado de Ederson, que pegou no cantinho da trave, foi o lance que poderia ter sido o destaque da primeira etapa da partida, mas o que mais chamou atenção foi o “carrinho” de Fagner no meia rubro negro, que não deu em nada. Ou deu? Sim, resultou na expulsão do técnico do Flamengo por reclamação.

No segundo tempo, o Flamengo entrou em campo com o emocional já abalado, com razão, devido aos erros grotescos do juiz e, como todos sabem, o físico não funciona com psicológico ruim. O time já não era o mesmo, errava passes, perdia a bola com facilidade e ainda assim continuou tentando a vitória, como na tabelinha com Guerrero, em que Arão recebeu na área e chutou forte, mas Cássio espalmou. Passaram-se quatro minutos e veio o primeiro gol do Corinthians, 18 minutos o segundo, 2 minutos o terceiro, no finalzinho, aos 43 minutos, o quarto. E assim o Flamengo perdia não só os 3 pontos, mas também a preciosa vaguinha no G4.

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Hoje é impossível criticar o Flamengo, via-se um time que teve oportunidades no primeiro tempo e outro que conseguiu suportar a pressão. Mas, infelizmente, no segundo o tempo até o primeiro gol, o Corinthians jogou com 13 jogadores: os 11 como de costume, o juiz e o Marcelo Cirino. E mais uma vez a torcida está insatisfeita com o rendimento do jogador, com razão, pois um atacante que prefere matar jogada simulando falta não merece apoio e como diria meu pai: “Não está na hora desse cara esquentar o banco não?”

Outro ponto a se destacar, é que o Flamengo com Zé Ricardo é um e com Jayme é outro, um time que teve quase 70% de posse bola no primeiro tempo e com marcação frouxa no segundo. Mas o Flamengo mostrou que bate de frente com qualquer time do campeonato e embora tenha acontecido a derrota, não é uma partida para se criticar.

Acima de tudo Rubro-Negro!

Bárbara Lima.