Se é pra falar de jogos inesquecíveis, tem que chamar o Vasco da Gama!

 

 

1998, um ano que ficou na história do Vasco e foi o ano que começou minha história com ele.

 

 

 

Copa Toyota Libertadores, 39ª edição desta competição, ano do centenário do Vascão, a equipe já havia conquistado o carioca, a Taça Guanabara e a Taça Rio... o time contava com vários nomes importantes para o clube, dentre eles os criativos meio-campistas Juninho Pernambucano, Pedrinho e Ramon, o lateral habilidoso Felipe, o zagueiro experiente Mauro Galvão, o goleiro firme Carlos Germano que estavam sob o comando técnico de Antônio Lopes.

 

Para início de conversa, vamos lembrar que antes de chegar na final, o Gigante da Colina eliminou nas semi o River Plate (ARG) que tinha um dos melhores times da América do Sul naquela época. O primeiro jogo em São Januário foi vencido pelo Vasco por 1x0, no jogo de volta, no Estádio Monumental de Nuñez o Vasco empatou em 1x1, um gol de falta do Juninho aos 37’ do segundo tempo que calou o estádio do adversário. Um gol tão marcante para nós, que depois virou um trecho de uma canção que nos embala e enchemos o peito para cantar: CONTRA O RIVER PLATE SENSACIONAL, GOL DE QUEM? GOL DO JUNINHOOO! MONUMENTAAAAAAAAAL.

 

 

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Foto: Internet

 

 

 

Chegamos na final, contra o Barcelona (EQU). Em casa, o Pantera do Vasco partiu pra cima, bateu de longe e abriu o placar com um GOLAAAAAÇO DE FORA DA ÁREA e levou os vascaínos à loucuuura!! O time equatoriano chegava próximo a pequena área mas pecava nas finalizações, deixando o Vasco à frente. Mesmo com os vacilos de deixarem eles chegarem próximos ao gol, Luizão ampliou o placar com uma jogada de mestre! São Januário com o maior público da década de 90 vibrava e o apito final quase não foi ouvido.

 

Duas semanas depois o grande dia chegou, o Estádio Modelo de Guayaquil era pela segunda vez palco de uma final de Libertadores, mas o Vasco nem sentiu clima de pressão. A dupla responsável pelos gols na primeira partida repetiu o feito, a essas alturas, ninguém tiraria de nós essa Taça! Nos 11’ finais, De Ávila diminuiu o placar para o Barcelona, mas o caneco já tinha endereço: Sala de Troféus do Gigante da Colina! Bicampeão Sul-Americano no ano do Centenário, isso é Vasco da Gama, tua glória é tua história!!

 

 

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Foto: Internet

 

 

 

Em 1998 eu nasci, Juninho vestia a camisa 19, dia do meu nascimento. Eu costumo dizer que eu não escolhi, o Vasco me escolheu! Foi um ano importante, em todos os aspectos. Era o início da minha vida e desde então, a devoção por este clube.

 

 

AO VASCO TUDO!! Com todo amor, de vascaíno pra vascaíno.

 

 

Por Ana Gabriella.