Um desafio em meio à crise

 


 

Foto: reproduçãointernet


 

Para o Flamengo, o jogo contra o Grêmio, na Arena do Grêmio, representa mais do que a segunda rodada do Brasileirão. Em meio a uma crise que inclui três eliminações em apenas 56 dias, o jogo pode ser o começo de uma recuperação. Uma derrota seria ainda mais catastrófica para o Fla.

 

Porém os números não estão a favor do time que será comandado por Jayme de Oliveira e Tatá - já que Muricy segue afastado fazendo exames após sofrer uma arritmia na última terça-feira. Sem um retrospecto muito bom no Sul, contra o Grêmio, ele é ainda pior. São 22 anos sem vencer o tricolor em casa. A última vitória aconteceu em 1994.

 

Dentro de campo, o time não terá Sheik, que foi liberado para tratar de um problema de saúde da mãe. A tendência é que a formação que entre em campo neste domingo seja: Paulo Victor, Rodinei, Léo Duarte, Juan e Jorge; Cuéllar, Willian Arão, Mancuello, Alan Patrick e Everton; Guerrero.

 

Durante a semana, o zagueiro e capitão do Fla, Juan admitiu que o time tesm oscilado, tem  errado, mas é preciso corrigir os erros.

 

"Esse é o maior problema dos times que não conseguem vitórias. É uma questão difícil de se encontrar, não é fácil no futebol ter um time equilibrado. Demora um pouquinho, demora a encontrar os resultados. Só insistindo é que você forma um time vencedor. As coisas certas têm que ser mantidas, e temos que mudar as que estão erradas. A gente não fala de setor, de jogador, fala de time. O time precisa de equilíbrio como um todo. Fora de campo não é minha área, mas dentro de campo posso te falar que todos os setores têm que jogar melhor como um time", disse o zagueiro.

 

Resta saber quanto tempo demorará para o Fla encontrar esse equilíbrio e se ele já será visto contra o Grêmio.




por Camila Leonel