UN PARTIDO HORRIBLE!

 

Empate horrível com gosto de derrota!

 

E mais uma vez o ataque Bostero não foi eficiente e passou a noite sem balançar a rede adversária. O jogo entre Huracán e Boca foi realizado na casa do Globo, em um campo que não é bom, porém não é desculpa para um empate sem gols.

Esperávamos ansiosos pelas voltas do nosso Capitão Fernando Gago e também a do amado Darío Benedetto. Depois de meses, longos meses, eles voltaram. Gago foi titular, já Benedetto ficou no banco.

(Foto: Instagram do Boca Juniors)

 

Nosso técnico colocou em campo um time misto, com os seguintes jogadores: Andrada; Buffarini, Balerdi, Magallán e Olaza; Barrios, Gago e Almendra; Villa, Zárate e Pavón.

 

No primeiro tempo, a posse de bola era praticamente a mesma para ambas as equipes, mas os ataques eram sem efetividade alguma. Somente aos 39 minutos é que vimos Almendra partir em velocidade e finalizar, mas a bola foi para fora.

Já no segundo tempo tudo continuou igual. A bola não chegava nos pés certos para a finalização. Nem mesmo com as entradas de Ábila e Cardona o panorama mudou.

E o placar foi o mesmo de quando começou a partida, 0x0.

(Foto: Instagram do Boca Juniors)

 

Na entrevista coletiva, Guille Schelotto disse:

“Sabíamos que o jogo seria duro, e ultimamente muitas vezes o campo não é bom. Nos adaptamos a esse jogo, não sofremos. Nos faltou tranquilidade nos últimos metros,mas o rival se defendeu bem. Eu coloquei em campo os jogadores que pensava que eram os mais indicados, pois sabemos que vem também a Libertadores e é algo importante”.

Na entrevista Guille também disse que não pode exigir muito dos jogadores em um campo em mal estado, mas que não pode acontecer de se tomar gol de bola parada, como aconteceu anteriormente.

Para um time que não está entrosado esse empate em 0x0 está de bom tamanho, mas ficou um gostinho amargo de que se tivéssemos "apertado" um pouco mais, poderíamos ter vindo para casa com mais três pontos na bagagem.

Com o empate, o Boca ocupa o 12° lugar do campeonato com 4 pontos.  

 

Por Adriene Domingos